10 de dezembro de 2011

1997



Há alguns anos me disseram que o amor verdadeiro nunca acaba. Eu, que nunca entendi muito do amor e nem era uma das pessoas mais carinhosas do mundo, não dei muita importância a essa conversa.
Mas hoje talvez essa frase faça algum sentido. A vida me provou que seria melhor mesmo acabar com essa história de uma vez! Minha vida tem que continuar, seja com ou sem você. 
 
Não acabou, eu só mudei o destinatário: todo aquele sentimento bom que era destinado a você, agora é destinado única e exclusivamente pra mim! Sim! O amor próprio, arrisco em dizer, por enquanto – além do amor a minha família e amigos – é o único amor verdadeiro que sinto. Eu me amo, a vida está louca, mas maravilhosa, estou vivendo a melhor fase da vida pessoal e com grandes promessas para a vida profissional. Conseguindo concretizar objetivos e realizar alguns sonhos que nem eu imaginei que seriam realidade um dia. É muita vontade de viver, de descobrir o mundo. Muito amor e eu me amo, me amo, me amo!

O que sobrou pra você? Sabe que nem tive tempo de pensar nisso ainda? É que ser feliz tem ocupado todo o meu dia. Mas dá para deixar pra você algum carinho, algum desejo bom do tipo “me fez sofrer, mas desejo que não sofra”. Não ache pouco, porque é muito mais do que você merece.

O amor, o amor mesmo – aquele que é paciente, confia e faz feliz, sumiu. Todo o amor que tinha por você acabou. Virou pó. Escafedeu-se. Chegou ao final. Finalmente.

- Escrito em 07 de Dezembro de 2011 -


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